vascainos

quinta-feira, 26 de julho de 2012

1999 Torneio Rio-São Paulo Time-base Carlos Germano, Zé Maria, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Nasa (Vagner), Paulo Miranda (Luisinho), Juninho e Ramón (Alex Oliveira, Chiquinho); Donizete (Zezinho, Vanderlei) e Guilherme (Luizão). Técnico: Antônio Lopes

Após conquistar o tricampeonato brasileiro, em 1997; a Libertadores e o Carioca , em 1998 - ano de seu centenário –, o Vasco levantou a taça do Torneio Rio-São Paulo, em 1999, consolidando-se como um dos clubes mais vitoriosos da década de 1990.
Ao todo foram disputados nove jogos. O Vasco ganhou seis, empatou um e perdeu duas vezes: aproveitamento de 66,7%. Segundo colocado do Grupo A (o Santos foi o primeiro, o Palmeiras, terceiro, e o Fluminense, quarto), o Vasco enfrentou o São Paulo na semifinal. Após perder o jogo de ida, no Morumbi, por 3 a 2, o Gigante da Colina venceu por 3 a 1, no Caldeirão, e seguiu rumo à final.
A decisão com o Santos foi um passeio. No primeiro jogo, mesmo com um jogador a menos (Nasa foi expulso), o Vasco não tomou conhecimento do adversário e, no Maracanã com mais de 80 mil torcedores, sapecou 3 a 1 no Peixe. Na partida de volta, outra bela exibição e nova vitória (2 a 1), desta vez no Morumbi. Foi o terceiro e último título do Rio-São Paulo conquistado pelo Vasco.

1966 Torneio Rio-São Paulo Time-base Amauri, Joel (Ari), Brito, Fontana (Ananias) e Oldair; Maranhão e Danilo; Zezinho (Luisinho), Célio, Picolé (Lorico) e Tião. Técnico: Zezé Moreira

bs.: 
Botafogo, Corinthians, Santos e Vasco terminaram empatados em primeiro lugar. Não houve desempate e os quatro foram proclamados campeões.

Resumo

  • Colocação: Campeão
  • Campanha: 5 V, 1 E, 3 D; 12 GP, 11 GC
  • Artilheiro: Célio, 6

CR Vasco da Gama Campeão do Torneio Rio São Paulo de 1958

O Vasco da Gama conquistou o Torneio Rio São Paulo de 1958.
O time-base campeão: Barbosa; Dario (Ortunho), Bellini (Viana), Écio, Orlando (Barbosinha), Coronel, Rubens, Sabará, Almir, Vavá e Pinga. Técnico: Gradim

Vasco da Gama - Campeão Brasileiro 1997

O Campeonato Brasileiro de 1997, originalmente, seria disputada por 24 times. Porém, uma virada de mesa da CBF permitiu que Fluminense e Bragantino, rebaixados para a Série B no ano anterior, fossem mantidos na Série A. Assim, o torneio passou a ter 26 participantes. O argumento da CBF era o fato de alguns jogos da Copa do Brasil terem sido manipulados. Na primeira fase todos os times se enfrentaram em turno único. Os quatro últimos dessa fase (União São João, Criciúma, Bahia e o Fluminense) foram rebaixados. A segunda fase foi composta pelos oito melhores da fase inicial (Vasco da Gama, Juventude, Portuguesa e Flamengo, no grupo A; e Palmeiras, Santos, Internacional e Atlético-MG, no grupo B). Ao final dos dois quadrangulares, Palmeiras e Vasco da Gama fizeram duas finais que ficaram no zero a zero. Como tinha a melhor campanha, o time de São Januário conquistou pela terceira vez o título de Campeão Brasileiro.

Ficha técnica do torneio: 351 jogos, 969 gols (média de 2,76 gols por jogo), média de público: 10.497, artilheiro: Edmundo, Vasco da Gama, 29 gols.

Campeão Brasileiro de 1989

Em pé: Mazinho, Marco Aurélio, Célio Silva, Quiñonez e Tato
Agachados: Vivinho, Bismarck, Zé do Carmo, Marco Antônio Boiadeiro, Cássio, William e Luís Carlos Winck

Bicampeão Brasileiro

No dia 16 de Dezembro de 1989 o Vasco conquistava o bicampeonato Brasileiro. Foi um dos seus títulos mais importantes e emocionantes. Coube ao jovem Sorato, na época com apenas 20 anos, decidir o jogo contra o São Paulo no Morumbi. A decisão também marcou o terceiro encontro entre um clube carioca e um paulista na final de um Brasileiro.

Na época havia uma vitória para cada lado. Restou ao Vasco desempatar o duelo e fazer com que os cariocas ficassem à frente dessa estatística.

O time da Colina entrou em campo com a vantagem do empate, por ter um ponto a mais do que o adversário. Porém, foi o esquema tático montado pelo técnico Nelsinho, muito mais consistente do que o paulista, que fez a diferença na decisão.

Os lançamentos de Mário Tilico e os avanços de Raí e Bobô foram interceptados por Quinoñez, Mazinho e Boiadeiro, que impediam as jogadas mais mortais do Tricolor.

No primeiro tempo, os times começaram se estudando bastante e pouco atacaram. Apenas o goleiro Acácio precisou fazer uma defesa difícil em um chute de Edivaldo, após uma cobrança de falta, aos 28 minutos.

A segunda etapa começou quente e logo aos cinco minutos o jogo foi definido em uma jogada excepcional de quase todo o time cruzmaltino. No lance do gol, nada menos do que sete jogadores tocaram na bola. Começou com o ídolo Bebeto. Ele acionou William que passou para Mazinho. O lateral tocou para Bismarck que encontrou o meio-campista Boiadeiro livre. Ele avançou e passou para Luís Carlos Winck que fez um cruzamento na medida para a cabeçada abençoada de Sorato, no cantinho. Sem chance de defesa para o goleiro Gilmar. Vasco 1 a 0 e com a mão no título.

Depois do gol, cada time ainda teve mais duas boas chances de mexer no placar. Porém, todas elas pararam nas mãos dos goleiros. Quando o juiz paulista apitou o final da partida, a torcida cruzmaltina cantou, vibrou e gritou uma frase que esperou 15 anos para ser proferida pela segunda vez, desde Jorginho Carvoeiro: “Sou campeão brasileiro!”

SÃO PAULO (SP) 0 x 1 VASCO DA GAMA (RJ)
Local: Morumbi, São Paulo
Árbitro: Wilson Carlos dos Santos
Gol: Sorato 05/2º
Renda: NCz$ 2.394.335,00
Público: 71.552
VASCO DA GAMA: Acácio, Luís Carlos Winck, Marco Aurélio, Quinoñez e Mazinho; Zé do Carmo, Boiadeiro e Bismark; William, Bebeto e Sorato.
Técnico: Nelsinho Rosa
SÃO PAULO: Gilmar, Neto, Adilson, Ricardo Rocha e Nelsinho; Flávio, Bobô e Raí; Mário Tilico, Nei e Edivaldo.
Técnico: Carlos Alberto Silva

Festa em São Januário

A torcida do Vasco foi à loucura com a vitória em cima do São Paulo e a conquista do almejado título. Tanto que passou quase uma semana comemorando. Logo após o término da partida no Morumbi, o Rio de Janeiro foi tomado pela festa cruzmaltina no ritmo do samba.

Centenas de pessoas foram comemorar na sede de São Januário. Mas a festa oficial só veio dois dias depois, na terça-feira, dia 19, quando os jogadores receberam as faixas de campeões, assim como os dirigentes e a comissão técnica.

O festejo contou com a presença de vascaínos ilustres, como Jamelão, Martinho da Vila, Sérgio Cabral e o eterno ídolo Roberto Dinamite, que mesmo jogando em outro clube foi exaltado durante todo o tempo.

Durante a comemoração, uma das músicas mais ouvidas foi: “Coisa boa é ser Vasco”, de Josué e Jandira da Mangueira, que era tocada nos alto-falantes do clube. Além, é claro, do hino vascaíno e também da narração do gol do artilheiro Sorato.

No total foram mais de seis horas de comemorações na sede do clube, brindadas com 15 mil litros de chope patrocinados pela diretoria. Ainda referente às comemorações houve um amistoso contra o Nova Cidade que, coincidentemente, terminou em 1 a 0. Gol de Sorato.

Sorato ‘acabou’ com os paulistas

Agnaldo Luís Sorato foi o herói do título de 1989. Até hoje, o artilheiro cigano é lembrado pelo feito que levou à felicidade milhões de vascaínos pelo Brasil afora. Na época, um jovem de apenas 20 anos, lançado aos profissionais do Vasco no ano anterior por Sebastião Lazaroni.

Em seus 17 anos de futebol, Sorato vestiu as mais diversas camisas, mas sempre mantendo a fama de goleador. Hoje, com 37 anos, é um experiente atacante que irá em busca de mais gols no time do Ituano, de São Paulo, na próxima temporada.

Antes da final do Campeonato Brasileiro daquele ano, o predestinado jogador já havia feito gols importantes no seus três anos de Vasco. Foi assim na vitória sobre o Flamengo em jogo válido pelo terceiro turno do Campeonato Estadual de 1988. O resultado deu a vantagem ao clube cruzmaltino, que acabou sendo fundamental para a conquista do bicampeonato. Ele também fez vários gols em competições internacionais.

Porém, até hoje, Sorato é lembrado como o camisa 7 que destruiu o São Paulo e colocou o Vasco mais uma vez no mais alto posto do futebol brasileiro. Por isso, a torcida não cansa de gritar em jogos contra o tricolor paulista: “Recordar é viver, Sorato acabou com você.”

1 de Agosto de 1974: Vasco da Gama Campeão Brasileiro”

Vasco fez uma boa campanha.
Foram 28 jogos, com 12 vitórias, 12 empates e 4 derrotas.
Marcou 33 gols e sofreu 18.
Conquistou 36 pontos…2 a menos que o vice-campeão, o Cruzeiro
Do quadrangular final faziam parte também o Santos e o Internacional.
No dia 24 de julho aconteceu o jogo que seria decisivo para o título.
No Mineirão, Cruzeiro e Vasco empataram em 1 gol.
Aos 43’do Segundo Tempo, o árbitro Sebastião Rufino teria deixado de marcar um pênalti a favor do Cruzeiro.
Houve uma confusão generalizada em campo.
Aquele resultado deixou o Vasco a uma vitória do título, em jogo contra o Internacional no Rio de Janeiro.
Se o Cruzeiro tivesse vencido o Vasco, poderia conquistar o título na rodada seguinte, contra o Santos em São Paulo.
Pois bem, o quadrangular acabou empatado.
Houve a necessidade de uma partida extra que teria como mandante a equipe com melhor campanha, no caso, o Cruzeiro.
O Vasco, no entanto, entrou com um recurso alegando falta de segurança, devido aos problemas no jogo do dia 24 de julho.
O Tribunal da CBF suspendeu a partida, e após um acordo entre dirigentes de ambas equipes, decidiu que a final seria no Maracanã….isto é, o mando foi invertido.
Eis a ficha técnica da partida final:
Data: 1º de agosto de 1974
Vasco da Gama 2×1 Cruzeiro
Local: Maracanã (Rio de Janeiro).
Público: 112.933
Árbitro: Armando Marques (SP)
Gols: Ademir aos 14’ do Primeiro Tempo, Nelinho aos 19’ e Jorginho Carvoeiro aos 33’do Segundo Tempo
Vasco da Gama: Andrada, Fidélis, Miguel, Moisés, Alfinete; Alcir, Jorginho Carvoeiro, Zanata; Ademir, Roberto Dinamite e Luís Carlos. Técnico: Mário Travaglini
Cruzeiro: Vítor, Nelinho, Perfumo, Darci, Vanderlei; Piazza, Zé Carlos, Dirceu Lopes; Roberto Batata, Palhinha, depois Joãozinho, Eduardo, depois Baiano. Técnico: Ilton Chaves

Equipe do vasco da Gama, campeão invicto do Sulamericano de Clubes de 1948. Em pé: Augusto, Barbosa, Rafanelli, Danilo, Jorge e Eli. Agachados: Djalma, Maneca, Friaça, Lelé e Chico.

Vasco da Gama
Caros vascaínos, saudações.
Há 64 anos o Vasco da Gama conquistava o primeiro título internacional disputado no exterior por um clube de futebol brasileiro, incluindo-se a Seleção Brasileira: Campeão Sulamericano de Clubes Campeões, disputado no Chile em 1948.
A façanha do Expresso da Vitória tornou o clube conhecido internacionalmente e fez com que vários clubes e entidades europeias convidassem o Vasco da Gama para disputar vários torneios no velho continente.
O chamado Expresso da Vitória, como era conhecido o time cruzmaltino, vinha dando várias demonstrações de superioridade, vencendo campeonatos e torneios de forma invicta e por esse motivo foi convidado para participar do I Campeonato Sulamericano de Clubes Campeões, que inspirou a criação pela Conmebol da Taça Libertadores da América, com todos os demais participantes sendo campeões nacionais.
Nacional (URU), Colo-Colo (CHI), River Plate (ARG), Emelec (QUE), Municipal (PER), e El Litoral (BOL), todos campeões nacionais e o Vasco da Gama que indiscutivelmente era a melhor equipe brasileira à época.
A CAMPANHA
A partida de estreia foi contra o El Litoral com vitória vascaína por 2 a 1, em 14 de fevereiro, com gols de Lelé.  Em 18 de fevereiro nova vitória, dessa vez contra o Nacional pelo placar de 4 a 1, marcando os gols Ademir, Danilo, Maneca e Friaça. Na partida contra o Municipal, nova goleada, agora por 4 a 0, com gols marcados por Lelé, Friaça (2), e Ismael, em 25 de fevereiro.  O Emelec perdeu para o Vasco por 1 a 0, com o gol marcado por Ismael em 28 de fevereiro.  Logo em 08 de março, o Vasco entrava em campo novamente e empatava sua primeira partida pelo placar de 1 a 1, com Friaça marcando o gol cruzmaltino.
A FINAL
O Vasco da Gama chegou de forma invicta a final do campeonato, com a vantagem do empate sobre o temido River Plate de Di Stéfano, que era apelidado pela imprensa portenha como "La Maquina" e vinha de vitórias arrasadoras no campeonato nacional.

A final foi no dia 14 de março e foi marcada por muitas emoções até o apito final do juiz. O VASCO DA GAMA abre o placar, mas o juiz, que era visivelmente tendencioso, anula o gol marcado por Chico. No segundo tempo da partida foi marcado um pênalti(1) contra o VASCO DA GAMA, mas, então, brilha a estrela deBarbosa, o goleiro vascaíno tem a frente um dos maiores jogadores da história do futebol argentino, Labruña se prepara para cobrar o pênalti, o estádio fica em silêncio, como se não pudesse respirar.Labruña chuta e Barbosa defende. Garantimos o empate de 0 a 0 e o título de CAMPEÃO SULAMERICANO DE CLUBES CAMPEÕES.

A competição inspirou a UEFA na criação da Champions League, além de muitos torneios e campeonatos criados na Europa para medir forças entre equipes Sulamericanas e Européias.

A Conquista do campeonato foi reconhecida pela Conmebol em 1996, após investida do então Vice-presidente de futebol do clube, Eurico Miranda, tendo sido considerado como o precursor da Copa Libertadores, motivo pelo qual o clube disputou, em 1997, a Supercopa dos Campeões da Libertadores, torneio extinto pela entidade.