Vasco fez uma boa campanha.
Foram 28 jogos, com 12 vitórias, 12 empates e 4 derrotas.
Marcou 33 gols e sofreu 18.
Conquistou 36 pontos…2 a menos que o vice-campeão, o Cruzeiro
Do quadrangular final faziam parte também o Santos e o Internacional.
No dia 24 de julho aconteceu o jogo que seria decisivo para o título.
No Mineirão, Cruzeiro e Vasco empataram em 1 gol.
Aos 43’do Segundo Tempo, o árbitro Sebastião Rufino teria deixado de marcar um pênalti a favor do Cruzeiro.
Houve uma confusão generalizada em campo.
Aquele resultado deixou o Vasco a uma vitória do título, em jogo contra o Internacional no Rio de Janeiro.
Se o Cruzeiro tivesse vencido o Vasco, poderia conquistar o título na rodada seguinte, contra o Santos em São Paulo.
Pois bem, o quadrangular acabou empatado.
Houve a necessidade de uma partida extra que teria como mandante a equipe com melhor campanha, no caso, o Cruzeiro.
O Vasco, no entanto, entrou com um recurso alegando falta de segurança, devido aos problemas no jogo do dia 24 de julho.
O Tribunal da CBF suspendeu a partida, e após um acordo entre dirigentes de ambas equipes, decidiu que a final seria no Maracanã….isto é, o mando foi invertido.
Eis a ficha técnica da partida final:
Data: 1º de agosto de 1974
Vasco da Gama 2×1 Cruzeiro
Local: Maracanã (Rio de Janeiro).
Público: 112.933
Árbitro: Armando Marques (SP)
Gols: Ademir aos 14’ do Primeiro Tempo, Nelinho aos 19’ e Jorginho Carvoeiro aos 33’do Segundo Tempo
Vasco da Gama: Andrada, Fidélis, Miguel, Moisés, Alfinete; Alcir, Jorginho Carvoeiro, Zanata; Ademir, Roberto Dinamite e Luís Carlos. Técnico: Mário Travaglini
Cruzeiro: Vítor, Nelinho, Perfumo, Darci, Vanderlei; Piazza, Zé Carlos, Dirceu Lopes; Roberto Batata, Palhinha, depois Joãozinho, Eduardo, depois Baiano. Técnico: Ilton Chaves
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